“Um membro de um determinado grupo, sem nenhum aviso deixou de participar.

 

Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite de inverno muito fria, e o líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de uma lareira.

Supondo a razão da visita, o homem deu-lhe boas vindas e o convidou para entrar. Sentaram-se os dois em frente a lareira, e permanecerem ali, contemplando a dança das chamas em silêncio.

Após alguns minutos, o líder examinou as brasas e, cuidadosamente, apanhou a mais ardente delas e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto.

Então a chama da brasa solitária começou a diminuir, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou. Logo estava fria e morta.

Nenhuma palavra havia sido dita desde o cumprimento inicial. O líder, se preparando para sair, recolheu a brasa fria e solitária e a colocou novamente no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com o calor e a luz das brasas que a cercavam.

Quando o líder alcançou a porta para sair, o anfitrião disse-lhe:

– Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Estou de volta ao convívio do grupo.”

 

Curto essa parábola pelo fato dela me lembrar que a união faz a força.

Assim como aquele filme, “Na natureza selvagem”, quando o garoto se revolta com a sociedade e vai se descobrir no Alaska… certa hora, em meio a solidão, ele escreve a seguinte frase: felicidade só é verdadeira quando compartilhada.

Compartilhe sua vida!

 

abraço do DON

Sobre o Autor

É a mente que deu início a esse legado. Costuma tratar a todos com gentileza. Apenas não tente engana-lo, pois seu conhecimento na área de Direito, Artes Cênicas e Psicologia pode desmascarar o mais dissimulado dos homens.